Michael, biografia de Michael Jackson dirigida por Antoine Fuqua, voltou ao topo do box office americano neste fim de semana (15 a 17 de maio) e fechou a quarta semana em cartaz com US$ 26,1 milhões nas bilheterias domésticas. O total acumulado já passou de US$ 703 milhões globais, e o filme agora joga a corrida final pelo recorde absoluto do gênero, hoje detido por Bohemian Rhapsody (US$ 911 milhões em 2018).
Os números
O acumulado doméstico chegou a US$ 282,7 milhões. O internacional bateu US$ 421 milhões, com mais US$ 57 milhões no quarto fim de semana fora dos EUA. O filme tinha aberto em US$ 97 milhões na primeira semana, maior estreia da história pra um biopic musical, e desde então segura uma queda baixa, do tipo que só biopic musical com força de marca consegue manter.
Quanto custou e quem leva
O orçamento foi de quase US$ 200 milhões, dividido entre Lionsgate, Universal (que distribui no exterior) e o espólio do próprio Michael Jackson. Com o atual ritmo de bilheteria, o estúdio já confirmou que vem sequência. Adam Fogelson, chefe da divisão de cinema da Lionsgate, disse que tem material rodado pra um segundo filme que cobre a fase posterior da vida do cantor, e Fuqua confirmou que parte do material já está montada.
Elenco e estrutura
Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, leva o papel principal. Miles Teller entra como John Branca, advogado e executor do espólio, e Colman Domingo vive Joe Jackson, o patriarca. O filme cobre da formação do Jackson 5 até o auge do astro como performer solo, com cenas reconstruídas de apresentações icônicas como o moonwalk no especial Motown 25.
O Brasil teve estreia simultânea, ainda em maio, com distribuição da Universal Pictures. Está em cartaz em mais de 1.500 salas. Bohemian Rhapsody fechou em US$ 911 milhões globais. Michael precisa de mais US$ 208 milhões pra superar. No ritmo atual, está dentro do alcance até o fim de junho.
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