A quarta temporada de Origem (FROM, no original) chegou ao Globoplay ontem (7), com os dois primeiros episódios liberados de uma vez. Os outros oito caem semanalmente, sempre nas quintas. O trailer oficial já estava no ar há algumas semanas.
O que esperar dessa temporada
A série criada por John Griffin e produzida pelos irmãos Russo (sim, os mesmos de Vingadores: Ultimato) entra no quarto ano com a promessa de finalmente botar luz no Homem Amarelo, que vinha sendo dosado em pílula homeopática nas últimas duas safras. A temporada também deve avançar em duas frentes que viraram obsessão dos fóruns: a origem das criaturas que atacam à noite e a teoria de que aquela cidadezinha de horror funciona em loops temporais.
Harold Perrineau, o Michael de Lost (sim, o cara não consegue sair de uma ilha estranha desde 2004), segue ancorando o elenco como o xerife Boyd. Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça) e Eion Bailey (Emily em Paris) completam o trio principal.
Por que ainda vale o tempo
Origem é um daqueles produtos pós-Lost que finalmente entendeu a lição: você não pode ficar adiando resposta indefinidamente. As três primeiras temporadas mantiveram o ritmo de estranheza tátil, com episódios autocontidos que também movem o mistério maior. Se a quarta entrega o que está prometendo sobre o Homem Amarelo, a série vira referência de como conduzir mistério longo no streaming.
Veredicto
Estreou em 7 de maio com dois episódios. O resto sai semanalmente até julho. Pra quem entrou na primeira temporada, é parada obrigatória: a marcha começou a apertar. Pra quem nunca viu, este não é o ponto pra começar: vai do primeiro episódio. É das raras séries de mistério atual que respeitam o espectador.
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