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Razão e Sensibilidade: diretora quer as irmãs Dashwood sem distância de época

Georgia Oakley diz que o filme com Daisy Edgar-Jones vive ou morre na relação entre Elinor e Marianne. Estreia nos cinemas do Brasil em 29 de outubro.

Razão e Sensibilidade: diretora quer as irmãs Dashwood sem distância de época

A nova versão de Razão e Sensibilidade chega aos cinemas brasileiros em 29 de outubro, segundo Omelete e AdoroCinema, e a diretora Georgia Oakley já deixou claro o que quer da história de Jane Austen: um filme em que o público "alcance a tela e toque os personagens". A fala é de entrevista à TheWrap.

Menos pose, mais intimidade

Oakley, que dirigiu Blue Jean, foi convidada pela Working Title em 2024 e chama o convite de "uma guinada inesperada". O roteiro é de Diana Reid, e o filme sai pela Focus Features nos Estados Unidos. Daisy Edgar-Jones interpreta Elinor e Esmé Creed-Miles faz Marianne. George MacKay também está no elenco. Para a diretora, o desafio era fugir da formalidade que costuma afastar o espectador de adaptações de época, e Edgar-Jones fala em "dissolver as barreiras" que esse tipo de filme cria.

O filme depende das duas irmãs

O centro da conversa é a dinâmica entre Elinor e Marianne. "Eu estava muito preocupada em achar a relação certa entre essas duas irmãs", disse Oakley, para quem o filme "vive ou morre" nisso. Ela descreve uma relação "parasitária" no bom sentido: cada irmã toma da outra o que lhe falta sem perceber.

Sobre Marianne, a diretora quer que o público torça por ela e entenda seus erros, em vez de tratá-la como boba. Esmé Creed-Miles define Oakley como alguém que trabalha "como uma cineasta de cinema de arte", e a coreógrafa Holly Blakey assina as sequências de dança.

Sobre a data no Brasil

As fontes divergiram: matérias mais antigas citavam 15 de outubro, e as mais recentes, de 30 de setembro, apontam 29 de outubro. Vale conferir a programação do seu cinema. A versão mais conhecida do livro nas telas continua sendo a de 1995, dirigida por Ang Lee, e o desafio de Oakley é justamente provar que ainda dá pra contar essa história de um jeito novo.

Fonte: TheWrap

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Assinatura coletiva da redação.

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